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Terça-feira, 19 de Junho de 2012

Detalhes do nascer de um novo mundo - 16 de Março 2012

Porque sei que a memória vai falhar, porque tenho a certeza que os detalhes ficarão para lá do tempo, porque sei ainda que ela me vai preencher os dias de forma intensa, maravilhosa, plena e os detalhes do passado serão apenas e só detalhes, detalhes esses e porque tudo foi magistrosamente maravilhoso eu não quero esquecer.

 

(post longo, muito, para meu registo, para eu ler e reler quando lá quiser voltar, ao sitio onde ela nasceu e a minha fé renasceu)

 

9 de Março de 2012, estava a exactamente uma semana de a ter nos braços, ansiosa, ansiosa porque era uma menina, a minha menina queria ter a certeza, queria confirmar com os meus olhos o que as ecos mostravam mas eu só acreditei quando a tomei nos braços e a pousei naquela cama do hospital e lhe mudei a primeira fralda e na presença do Pai dela e dos meus pais e do meu pequeno Fábio disse "é uma menina!", ansiosa por sabê-la perfeita, imune à varicela, essa intrusa, que só o nome me arrepia, o nome me deixa vacilante, trémula, incapaz... Ansiosa por querer viver aquele momento como a última vez que iria ver um filho sair de mim, não quero mais, esta gravidez foi demasiado difícil de passar, as duvidas, os medos, os pesadelos, foi muito pesado, penoso e não desejo viver de novo esse medo como um veneno que nos paralisa e não nos deixa avançar, sonhar, planear... Ter um filho no ventre e não o poder sonhar com medo de não o alcançar mata todos os dias um pouco, até ela nascer tinha meia dúzia de roupas, poucas coisas para um quarto que não lhe montei... E meu Deus como lhe devo ter sido cruel por isso, apenas como defesa minha, como seria depois aquele quarto sem ela?? Não quero imaginar, hoje o quarto existe, chamo-lhe castelo ela é a princesa, é rosa e verde, cheira a sonhos e ela fica lá tão bem!!! #muito obrigado#

 

12 de Março de 2012, chega a semana que a irei ver... Tive formação segunda, terça, quinta, cada dia uma despedida de colegas e amigos, estava exausta, eram as aulas, os preparativos para a chegada dela, o trabalho, a barriga grande, pesada, redonda e cada final de dia, já com todos na cama eu ia dar o meu banho (o meu momento de reflexão) deixava a água cair no corpo, percorrer a minha grande barriga, pensava nela, sempre nela, como seria, estaria bem, contava os dias um a um, foi uma semana longa e cansativa...

 

15 de Março de 2012, a véspera chega, último dia de trabalho gorda e redonda, caminho com os pés a arrastar, dolorida, pesada e cansada da minha escolha e logo ainda há formação, a última de todas, não há mais formações... Planeei sair mais cedo, mas deixar tudo pronto e alinhavado não me permitiu sair mais cedo que 30 minutos, nada mau... 17:30 estou a sair, só vou a casa, 18:45 já estou a sair para a formação, os meus pais chegam entretanto, estamos todos unidos para a receber... Saio mais cedo da formação e vou jantar tal como recomendação, depois das 22h não posso comer mais nada, e é aqui que a coisa começa a cortar a respiração... Tenho memória de ter deixado sopa feita, muita para o meu marido e para o Fábio e os meus pais, o meu marido só iria ficar comigo (e a ver) a primeira noite, por causa do Fábio, e essa sopa estava a arrefecer em cima da mesa da cozinha antes de ir para o frigorifico, e o Fábio antes de ir dormir, foi beber leite mais o meu Pai, o Fábio pegou no recipiente com a sopa, com a tampa de lado para arrefecer e cai tudo no chão... lembro-me de estar gorda e sem jeito a apanhar a sopa que ele deitou no chão,  nas paredes, no pijama, nos chinelos...

Já passava da meia noite e lá fui eu para o meu banho, sonhar com ela, com o momento... Quando fui para a cama a ansiedade não deixava dormir, fechei os olhos e começei a imaginar como seria o momento... embalada acabei por cair no sono...

 

16 de Março de 2012, é cedo, muito cedo, são 7:00, tinha de lá estar às 8horas, já tinha tudo preparado de véspera, vesti a roupa que deixei propositadamente para esse dia, uma túnica azul com flores pequeninas, leggins azuis e casaco de malha fina também azul, das roupas todas gastas era a que melhor se adaptava ao dia de entrada e saída, não levei outra roupa para a saída, aquela chegava!

São agora 7:45 e deixo mais a minha mãe o Fábio na escola, beijo-o com força e de lágrimas nos olhos, apresento a minha mãe na escola, é ela que o irá buscar depois dela nascer, saiu de lá com a voz dele a reclamar que quer ir comigo, que quer ver a mana nascer, que se portará bem, não mexe em nada nem faz barulho... Na minha cabeça trago o desejo de lhe dar uma irmã perfeita, bela, uma irmã que não o prive da metade minha que é dele... trago o sonho de lhe dar a ele, ao Pai, uma bela menina, a menina dos olhos dele, a menina que o tornará doce como mel, a menina que lhe acalme a voz e embargue os olhos, a menina que o faça gostar de laços e de cor-de-rosa, a menina que lhe coloque no rosto o riso tonto de Pai de menina, o sorriso que tem o meu Pai, que com a neta recorda a filha outrora criança que corria atrás dele de bicicleta aos domingos de manhã, quando ele tentava sair de fininho, acho que ele nunca soube o quanto eu adorava estar com ele ao domingo de manhã, a menina boneca que trarás minha mãe como memória minha a tua boneca, a tua última boneca, tal como a minha filha é para mim, uma linda e bela boneca mãe que enfeitamos com todos os detalhes mimosos e maravilhosos que só as meninas nos dão... #muito obrigado#

São 8:15 estou a chegar ao hospital, lembro-me de ficar furiosa com o Dani por ainda ter a distinta lata, aquelas horas de parar para comprar o jornal... Eu estava ansiosa, tanto, nem sei se mostrei em algum segundo! Dirijo-me à recepção da entrada principal com o papel do internamento, e naquele momento era tudo tão ridiculamente semelhante a um check-in de hotel, só poderia subir eu e o acompanhante para o internamento, mas os meus pais vinham comigo, e eu queria-os ali, tinha tanto medo, como tinha medo!! O Dani convenceu o segurança de que eles ficariam na sala de espera do internamento, e como ele nisto é bom, orienta-se, sabe onde é, avança, convence em segundos um segurança, e lá vamos nós, eles ficam na dita sala de espera, mas bem mais perto de mim, ligados por um telemóvel até eu poder...

Não sei precisar as horas, estou no quarto onde ficarei depois dela nascer, e mais uma vez o ridículo de que aquilo parece um hotel é inevitável, ar condicionado no preciso lugar dos quartos de hotel, casa de banho privativa também na mesma disposição, tenho direito a toalha e tudo, janela com paisagens verdejantes, calma e serena, o verde contrasta com o branco do céu, tinham estado dias maravilhosos de sol e calor, e logo naquele dia o sol escondeu-se, como o entendo, ficaria ofuscado, esquecido depois da minha bela menina nascer... voltou dias depois para a conhecer e envergonhado foi ficando... Como ela é bela...

As cores daquele quarto eram frias, mas ao mesmo tempo límpidas e parece estranho mas antes de ela nascer pareciam mais escuras menos luminosas e depois aquele quarto com as notas rosa dela ficaram cores mais vivas e luminosamente brilhantes, mandaram-me aguardar nesse quarto, comecei então a organizar as minhas coisas e as dela, coloquei a minha mala dentro do mini-armário de porta azul, tirei da malinha dela o embrulho de laço de cetim rosa claro com a primeira roupinha dela, um fatinho rosa, pequenino, com um gatinho, terno e doce como a sonho horas antes de a cheirar... Entra a enfermeira que me manda despir e vestir um espécie se saco de batatas azul escuro e uma cuecas tamanho S que quando com a minha barriga visto lá em baixo visto um L, mas nem reclamo, puxo as cuecas, repuxo, rogo que não rasguem, desde que consiga respirar está tudo bem... Sento-me no cadeirão, olho a TV na parede, mudo de canal, e tenho hoje memória de estar a ver as "cartas da maya" e que depois lá mudei para a TVI e nem a propósito estava a dar crianças de várias idades a desfilar roupas maravilhosas e eu em silêncio sonhava a minha filha assim, perfeita, rosa, doce, linda, minha tão minha... São 11horas talvez quando começa o coração a bater mais forte, já estou a soro, que entrou gelado pelas minhas veias, e aqui começa a mistura subtil de momentos, o de hoje e o momento em que nasce o meu filho mais velho, é difícil não recordar e viver o momento outra vez! Chega o maqueiro, olho-o desconfiada, à primeira vista pareceu-me agressivo, arrogante, deitei-me na cama, cobri-me, o momento estava tão perto e eu com um nó enorme na garganta, trémula, amedrontada, incrédula, queria o Dani comigo, queria tanto, precisava tanto de o ter comigo naquela hora... tanto... Lá longe gritam por mim "olhe a geleira!!!!" , era o kit de criopreservação que vêm numas magnificas e sugestivas geleiras azuis de praia... Nunca mais me lembrei dela, mas fiquei tranquila quando me disseram que 99.9% não leva a geleira e a enfermeira quando vê a maca a sair vai conferir a ida, ou melhor, não ida da geleira, e já sabe que tem de correr e gritar atrás... Aqui a minha visão do maqueiro muda bastante, lá entrou na brincadeira, queria uma cerveja, eu entrei também, eram os nervos, e disse-lhe que não se bebe quando se conduz!!! Diz que nós grávidas éramos umas ingratas que nunca nenhuma lhe trouxe uma cervejinha e ainda por cima vêm sempre de geleira agora!

O Dani veio comigo até à porta do bloco operatório, nem um beijo me deu, estava tão ou mais atarantado que eu, eu precisava dele e ele de mim, e quando ouvimos, "agora tem de ficar aqui!" nem tempo nos deu para um beijo, para um "amo-te" para um "volto já meu amor" e eu que lhe queria pedir para olhar pelo Piri... nem sei bem porque... Mas tive tempo, porque lhe pedi enquanto ainda estava no quarto, para segurar o terço que trazia comigo na mão, pedi-lhe que não o larga-se e que pedisse pela nossa filha mais uma vez...

Fico na entrada da sala do bloco, depois sou passada para a maca desconfortável onde faria a cesariana, e lá fico sem posição de barriga para cima, tipo tartaruga, quase sem respirar, reclamo uma almofada a uma enfermeira que me pergunta se é menino ou menina, que me conta como nasceram os filhos, que no fim me diz apenas "tem de se acalmar está bem!", estas enfermeiras têm os olhos calejados de mães nervosas, conseguem senti-las ao longe, pelas palavras, gestos, posições, sei lá bem... Adorei-a, quando entrei no bloco, desejou-me boa sorte e sorriu-me aberta e francamente, fantástica... Não tenho noção das horas até ao minuto que antecede o nascimento da minha filha, curvo-me para levar a epidural, a agulha entorta, o liquido não entra, respiro fundo, estou toda embrulhada em fios, que me controlam, coração, respiração, emoções, tudo ao segundo, e eu olho o meu batimento cardíaco, ele denuncia que comecei a ficar insegura, amedrontada, quero ver a minha filha nascer, fiz um filme para entrar no bloco com os óculos porque lamentei não ver nada a não ser sombras a dois dedos do nariz, quando é mentira queria somente ver a minha filha límpida imediatamente depois de nascer, e agora estava a ficar nervosa quando as ouvia a dizer que não me conseguiam dar a epidural... Foi longo o momento até sentir aquele liquido frio correr coluna abaixo até aos dedos dos pés, um formigueiro suave, um descontrole total da coordenação motora, não dói, mas remói... Fiquei mais tranquila, entretanto os soluços que atacaram a minha filha passaram, cheguei a pedir para irem devagar que ela estava com soluços e elas riram de mim por dizer que não queria que ela nascesse a soluçar, já estava dormente, e por saber o que me iam fazer comecei a ficar um pouco mais nervosa, comecei a querer vomitar, efeito da anestesia, a anestesista, bela senhora, avó de um menino que ela dizia lindo, acalma-me pede-me para me concentrar e respirar fundo que vais passar assim... Começa então a falar da minha tatuagem, diz "Fábio" e reclama que tenho de ir fazer outra a dizer "Beatriz" e vou, ai se vou!! Com toda a conversa sinto a mexerem-me nas entranhas, sinto como se me tivessem a empurrar tudo para os lados, a rasgar, a tirar para fora, e solto alguns suspiros profundos, ansiosos de a ver... São 11:55 e apenas exclamo "por favor falta muito para a minha filha nascer?" e lá em baixo de mim a médica de cabelo escuro apenas diz "está quase!" ao que a anestesista responde e tão bem "está quase para ti, porque 5 minutos para quem espera é uma eternidade!", conversas sobre o tempo e eu apenas olho o relógio digital fixo na parede que pisca a data 16-03 e a hora 11:57 e a médica exclama "eu não disse que estava quase!" ela chora, e a médica acrescenta "que bela menina!"... Eu... Meu Deus como choro, choro, soluço, rasgo a sala com um ai profundo, era o medo a sair de mim, "deixe-ma ver", "a minha filha", "é perfeita Meu Deus!! como é perfeita!" na minha visão turva pelas lágrimas vejo-a bela, de pele límpida, clara, de cabelo escuro, de olhos tão abertos, tão doce, tão minha, trazem-na a mim, cheiro-a, beijo-a, chamo-a, rezo baixinho enquanto a olho, rezo sem fim, agradeço a Deus, tanto que Lhe agradeço, tanto... Não consigo tirar mais os olhos dela, até eu estar preparada para sair e ela também... Só peço uma dúzia de vezes levem-na ao Pai, ele está lá fora, levem-na a ele, por favor! Queria lhe dar o que Deus me deu, o brilho de novo nos olhos, no sorriso, na alma... Ela nasceu... Isso não aconteceu, e eu pensei tantas vezes no encontro deles enquanto estava no recobro, fria e trémula, sem ela... Passei a mão na barriga lisa, já sem ela em mim, suspiro aliviada de a ter tirado do meu corpo velho, feio e gasto quando o julguei incapaz de a proteger... Estava cá fora, está nas minhas mãos e vou protegê-la... Olho o relógio no meio da sala quase 14h, tentei dormir um pouco, não consegui, segui-a os passos de todos os funcionários do recobro, segui-a o trabalho mecânico deles, ao telefone pedem ao maqueiro que venham buscar a senhora da cesariana antes de irem almoçar, porque depois só as 15h e tinham mais pessoas para a sala... Lá vem o mesmo maqueiro, dou-lhe um sorriso, pergunta se agora já pode beber uma cerveja... Leva-me dali, e eu fico radiante por sair dali, quando saiu pela porta que dava para o bloco, onde deixei ficar o Dani, abrem-se as portas e vejo-o a ele, e aos meus pais, chorei, agarrada ás mãos dos três, "viste a menina? ela é linda!" e quando ele me diz "não!" fiquei confusa, afinal não a levaram ao pai, o pai pediu informações e apenas lhe dizem que nasceu, quando pergunta se estamos bem, não sabem, e dizem que não podem saber à quantidade de mães que ali entram... Não comento, o único erro colossal que foi ali cometido, o Pai espera saber da filha desde as 11horas mais ou menos e são quase 15h... Para saber que estávamos bem, teve de ligar para fora do hospital pedir ao "amigo do amigo" para saber de mim, que lá informou que correu tudo bem... de lamentar!!! Sou então levada de novo ao quarto, de mão com eles três, falta-nos ela, falta-me o Fábio... No quarto ainda espero por ela, foram buscar a minha filha e quando finalmente chega, dormente e doce no berço envolta na manta dela, dentro do fato rosa, o meu sorriso que lá estava embrulhado volta a ser meu, dou-lhe o peito pela primeira vez, e estou tão dormente, mas ainda viva para pedir o meu mais velho ali... O pai pega na filha, e tal como sonhei dei-lhe a filha perfeita, a filha linda e doce que o encanta, que o faz babar, que o faz ganhar um sorriso radiante quando a vê!

Ao final da tarde ouço ao fundo a voz reguila do meu filho "tá aqui a mãe?" pergunta ele aos avós que afirmam-lhe e ele entra, corre para mim, e agora eu estou plena, completa, sã e salva, elevada ao mais alto da minha existência, ela olha a maninha dele, linda pequenina e ela adora-a, ama-a logo no segundo que a conheçe, como sonhei ver os dois assim em tons rosa e azul!

A sucessão dos dias é calma, o pai acaba por ficar comigo as três noites e a ele devo a calma do dia-a-dia, a ajuda noite após noite, a ele devo a solidez com que enfrentei o lá estar sem o mais velho... no Hospital sou acompanhada de forma magnifica, por profissionais exemplares, e a toda a equipa que me acompanhou no Hospital de Braga, desde o maqueiro, à recepcionista, segurança, empregadas de limpeza, auxiliares, médicos e enfermeiros só lhes posso agradecer, um enorme e vigoroso bem haja a todos eles!!! Transformaram o mágico em ultra-mágico pelo tratamento, carinho, profissionalismo paciência, especialmente o pediatra que viu a Beatriz que tudo fez para prender e fechar os fantasmas de uma varicela gestacional às 8 semanas, e ao meu OB pelo excelente profissional que a troco de nada me transfere do privado para o público e me marca o quase impossível, a cesariana no público para não sofrer uma indução desnecessária mas quase obrigatória, e por sempre acreditar e transferir para mim a confiança de que ela estava bem...

 

Hoje três meses depois tenho a minha Filha Beatriz nos braços, o meu amor mais frágil, trago-a nas mãos, amo-a com a força colossal de um coração de mãe e agradeço a Deus a luz no meu caminho, o terço está guardado, levá-lo-ei comigo aquando da minha promessa por cumprir!

 

 

Pela mamã Katya às 16:39
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3 comentários:
De Raquel R. a 19 de Junho de 2012 às 16:47
que lindo relato!
bjs
De mil sorrisos a 19 de Junho de 2012 às 17:58
Relato longo, mas não tão longo quanto a tua espera, a tua ansiedade... Não deve ter sido nada fácil, nem imagino. De qualquer maneira, ela já cá está... Tudo a correr muito bem!
beijos e mil sorrisos
:o)
De falandodavida a 12 de Julho de 2012 às 11:09
Olá.
Não consegui conter a emoção ao ler as tuas palavras, por mais que tente é impossivel imaginar o tua angustia, a tua ansiedade por ver a tua filha.
E graças a Deus tudo correu bem, tens nos braços uma linda filha e um filho maravilhoso.
Parabéns.

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